segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Único Patrimônio Real e Eterno

XX

ÚNICO PATRIMÔNIO REAL E ETERNO

A Consciência Cósmica que preside e dirige a vida humana em todos os mundos do Universo, sente-se por vezes na necessidade de empreender ações destinadas à reposição de certas práticas e princípios que se hajam afastado de alguns dos mundos que pre­side e dirige. Particularizando o que a Terra se refere, a Cons­ciência Cósmica vem registrando há milênios um certo grau de inferioridade na vida dos seres aqui encarnados, da qual tem resul­tado desentendimentos e choques altamente mortíferos que podiam ter sido evitados.
Do registro acima aferiu a Consciência Cósmica da inadiabili­dade de um conjunto de medidas a serem postas em prática no vosso mundo, capazes de repor a vivência humana em suas verdadeiras bases de fraternidade e amor, as únicas que podem conduzir os Espíritos encarnados à sua grande, luminosa, verdadeira meta. En­tre as medidas estudadas e em vias de entrarem em ação, podem destacar-se aquelas já mencionadas nas páginas anteriores, destina­das a afastar da Terra uma certa percentagem de seus viventes atuais, em virtude da ação transformadora em vias de ser iniciada em profundidade.
A vida dos planetas tem muito de semelhante à vida dos ho­mens e também dos Espíritos, no que diz respeito à necessidade de sua evolução. Uns e outros estão sujeitos às mesmas leis evoluti­vas que regem o próprio Universo, a ninguém como a nada sendo permitido estacionar indefinidamente. Os planetas como as respec­tivas humanidades, não podem permanecer indefinidamente firma­dos num mesmo grau evolutivo, mas devem esforçar-se por acom­panhar o ritmo da evolução universal. É por tal motivo que se aproxima uma nova fase evolutiva para a Terra, não importando citar aqui se a quarta, a quinta ou a sexta, visto como várias outras já se fizeram notadas e se encontram perfeitamente catalogadas nos registros da Consciência Cósmica. A fase que se aproxima envolve quase toda a estrutura física, devendo corrigir não poucas de suas regiões até agora absolutamente inaproveitadas pelo homem, mas que o serão nos tempos próximos.
O que vai acontecer ao vosso mundo já aconteceu a muitos outros pela razão mesma de lhes proporcionar acesso a um mais alto grau evolutivo. Uma comparação muito simples poderá escla­recer melhor o que desejo compreendais da maneira mais clara possível. Imaginemos a existência duma vivenda em determinado local vosso conhecido, habitado há séculos ou até milênios por uma família que a vai transferindo de geração em geração a sucessores que ali se instalam com o mínimo de conforto, porque não estejam habituados a mais alto quanto aprimorados níveis de vida. Sucede entretanto, que elementos humanos desse nível mais aprimorado foram designados para se instalar na aludida habitação, e que aque­le a quem incumbiu tal designação, tenha constatado o estado de Inferioridade de suas instalações em face do aprimoramento social e científico dos novos ocupantes. Que fazer então? Apenas o que faria qualquer de vós no mesmo caso: submeter à habitação a um processo de reforma com a derrubada e reconstrução de suas pare­des e instalações por demais arcaicas, erigindo em seu lugar verda­deiro palácio bem digno de receber os hóspedes que foram desig­nados. Mais ainda: verificada a insuficiência da área cultivável pertencente àquela habitação em face do número de hóspedes que vão chegar, necessário se tornou ampliar essa área, estendendo-a as cercanias porventura incultas, possivelmente por inadequadas a cul­tura do indispensável à manutenção dos novos hóspedes.
Aí tendes em linguagem sintética mas suficientemente com­preensível, a imagem do que vai acontecer no vosso mundo de hoje. Uma nova e bem mais numerosa população apresta-se para encar­nar na Terra, constituída de Entidades já bastante evoluídas, muitas delas provindas de outra esfera bem mais adiantada espiritualmente do que a vossa. Para instalar a nova população, representando, com efeito, nova civilização terrena, a Consciência Cósmica deliberou e começa a executar a demolição de quanto deve ser demolido na Terra, para em seu lugar erigir as instalações necessárias, ca­pazes de servir por um período de alguns milênios às gerações de Espíritos que virão povoar a Terra. Tal como na imagem prece­dente, verificada foi também à imprescindibilidade da ampliação das áreas cultiváveis do solo terreno para proporcionar aos novos habitantes da Terra o volume de alimentos e demais utilidades de que vão carecer. Daí a transformação em profundidade a que em breve será dado início, recolhendo-se ao interior da esfera alguns milhares ou talvez mesmo milhões de quilômetros quadrados de solo improdutivo, emergindo em seu lugar uma superfície adequada às necessidades de sua população. Bem avalio a preocupação que este fato vos trará a todos, pela circunstância de serdes em grande maio­ria proprietários de bens que muito vos custaram a adquirir, e po­dereis ver-vos privados desse patrimônio a qualquer momento. Raciocinai, porém, comigo, da seguinte maneira: nada do que con­seguistes acumular em vossa existência terrena, podereis dizer que seja eternamente vosso, visto como pelo fenômeno da morte tudo terá de passar a outras mãos. O único patrimônio que podereis considerar real e eternamente vosso, é aquele ao qual todas as Entidades que me precederam já se referiram como constituindo a razão verdadeira da vossa presente existência: a luz que houverdes podido adquirir para vossos Espíritos através das boas obras, bons pensamentos e experiências que possais haver acumulado. Tudo o demais que possuirdes, bens, fortuna, propriedades ou o que for, tudo isso pertence exclusivamente ao planeta em que vos encontrais, e por vosso regresso ao mundo espiritual aqui permanecerá, trans­ferível de mãos em mãos pelos milênios em fora. Assim, pois, razões não podem existir para preocupações em face do que vem sendo anunciado, cujo começo praticamente já foi dado. A Consciência Cósmica, uma das numerosas designações do conjunto de Forças Superiores que governam os mundos, planificou com alta sabedoria o quanto terá de acontecer na Terra neste fim de civilização, ten­do-se esmerado na maneira de atendimento à sua população atual.
Pelo conhecimento que me foi dado acerca do que está em caminho, posso assegurar a todos os habitantes humanos do mundo terreno, que nem uma só ovelha se perderá do rebanho do Senhor. Providências se encontram em curso no sentido de serem condig­namente recebidos todos os Espíritos que vierem a desencarnar em meio aos trabalhos que vão ser executados, assim possuam todos eles a indispensável e bem sólida ligação com as Forças Superiores do Universo, representadas na Terra pelo meigo Jesus de Nazareth. para esse objetivo, para que todos se precavenham neste sentido, que numerosos Espíritos de Deus têm vindo falar-vos ao coração, o que eu próprio venho igualmente fazer, a fim de evitar o que cos­tumais chamar de balbúrdia na hora dos acontecimentos.
Este Espírito que vos fala deixou a Terra há bem pouco tempo, depois de muito se empenhar pelo esclarecimento dos seus contem­porâneos. Tendo-me dedicado desde muito ao serviço do Senhor Jesus, procurei em minha última existência atrair a atenção dos homens para o lado místico do Cristianismo como base da crença que deveria e deve nortear os corações na Terra, afastando-os dos postulados materiais, tão em desacordo com a sublimidade da fé pura e verdadeira que os levará a aproximarem-se do Mestre Di­vino de todos nós. Bem certo é, e devo confessá-lo aqui, que o que em meus livros se encontra foi-me inspirado de mais alto, por Irmãos Maiores como eu designava as Forças Superiores, a cuja inspiração eu procurava juntar o resultado de minhas próprias ex­periências. Foi talvez a mais frutífera de minhas numerosas encar­nações e a que maior foco de luz veio juntar ao meu Espírito, o que confirma, pois, o acerto de minhas idéias.
Consultado há pouco pelo meigo Nazareno se não gostaria de dirigir minha palavra aos meus irmãos terrenos, eu exultei com a consulta e prontamente me preparei para vir ao vosso meio dizer-vos uma vez mais que não se morre, que a morte não existe em parte alguma do Universo. O fenômeno corriqueiro que na Terra e em todos os mundos se verifica, diz apenas respeito ao invólucro do Espírito, ou seja à roupagem por ele usada em sua existência no plano físico. E a prova, vós tendes no fato de terdes em mãos um livro cujos capítulos são todos assinados por nomes que viveram na Terra, e que há seu tempo a deixaram para regressar ao seu plano de vida, tal como a mim próprio acontece. Morte é um termo que poderia ser substituído por vários outros, se esse vos inspira temor ou profunda tristeza. Mas isso apenas acontece a quem se não tenha querido dedicar ao estudo das leis espirituais porque se o fizesse, como eu próprio o fiz, a aproximação do termo da encar­nação só deve ser recebida com a alegria e as mais profundas esperanças no termo também dos sofrimentos e canseiras suportados durante anos e anos de vida terrena. A aproximação da morte para quantos se encontram realmente compenetrados e convencidos da eternidade da vida, só deve ser recebida com sentimento de verda­deira alegria pelos Espíritos encarnados. Parentes? Deixá-los na Terra? — indagareis talvez intimamente. Sabereis por acaso quantas existências tereis vivido na Terra, em todas elas contando regular número de parentes? De experiência própria eu vos afirmo ser já incontável o número de parentes que fomos constituindo em nossas passagens pela Terra. .Quando nos sucede regressarmos vamos rever um tão grande número de Espíritos que se tornaram nossos parentes, que o número se torna quase incontável.
A Consciência Cósmica em sua inigualável sabedoria vai desig­nando os filhos que devem reencarnar, assim como o lar em que vão aparecer, tornando-se por essa forma parentes muitas vezes de Espíritos que antes lhes eram totalmente desconhecidos. Há exce­ções naturalmente. Sucede não raro reencarnarem no mesmo lar Espíritos que terão sido parentes consangüíneos em passadas exis­tências e ai se reúnem uma vez mais por uma graça do Alto ou por necessidade de completarem, corrigirem ou retribuírem algo a que se encontrem ligados em seu passado. Por conseguinte, a circuns­tância de um chefe de família, por exemplo, se preocupar a fundo com o que possa suceder àqueles que lhe tenham sido entregues para criar e educar, parentes enfim, não deve preocupá-lo se sua consciência lhe diz ter sido verdadeiramente um chefe de família como lhe cumpria ser. Adquira, pois, a convicção de que à Cons­ciência Cósmica incumbe a tarefa de prover toda a humanidade e a cada um dos seus membros na medida das suas necessidades e merecimento de cada um. Convença-se ainda de que, se vier a ser retirado da Terra a qualquer momento por efeito desta ou daquela circunstância, nada terá acontecido por acaso, não só porque o acaso não existe, como porque cedo verificará que esse fato estava devidamente previsto em sua existência presente.
Creio ter expendido nestas linhas quanto desejava transmitir do meu ao vosso Espírito, no desempenho da tarefa de que me incumbiu o meu e vosso Mestre Jesus. Minha única preocupação ao terminar é quanto à clareza maior ou menor que possa ter posto em minhas palavras. Se, entretanto, necessitardes de algum esclareci­mento a mais, eu vo-lo darei de todo o coração a qualquer mo­mento, bastando para isso firmardes o vosso pensamento no meu nome e me chamardes mentalmente, pronunciando-o três vezes calma e pausadamente. Neste propósito pois, aqui se despede de vós
MAX HEINDEL

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Not. biogr. — Max Heindel — Grande estudioso e investigador dos mun­dos superfísicos. Dedicou a maior parte de sua vida e esforços à pesquisa das causas reais das perturbações físicas e mentais, como se apresentam na região da causa, os planos superiores ou superfísicos. Escritor e filósofo espiritualista dos mais notáveis, foi o principal divulgador dos princípios filosóficos da “Ordem dos Rosacruzes”, sintetizados no seguinte conceito: UMA MENTE PURA — UM CORAÇÃO NOBRE — UM CORPO SÃO. Max Heindel foi um místico do Cristianismo puro, inspirado pelos Irmãos Supe­riores da Fraternidade Rosacruz, a Associação Internacional de Cristãos Mís­ticos, com sede em Oceanside, Califórnia. Suas obras, numerosas, publicadas pela Fraternidade, acham-se traduzidas em vários idiomas e disseminadas por todo o mundo.




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